{"id":2585,"date":"2023-05-19T11:04:25","date_gmt":"2023-05-19T14:04:25","guid":{"rendered":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2585"},"modified":"2023-05-19T16:14:02","modified_gmt":"2023-05-19T19:14:02","slug":"aqui-artes-visuais","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2585","title":{"rendered":"AQUI! Artes Visuais &#8211; Interven\u00e7\u00e3o urbana em S\u00e3o Leopoldo"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;3.22&#8243;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Jornal-Noticiario-Maio-2023.jpg&#8221; title_text=&#8221;Jornal Notici\u00e1rio-Maio-2023&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;3.25&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; custom_margin=&#8221;17px||||false|false&#8221;]<\/p>\n<p>Quando pensamos em coletivos de artista, o universo de refer\u00eancias na hist\u00f3ria da arte \u00e9 praticamente infinito. O termo como entendemos hoje est\u00e1 mais pr\u00f3ximo da arte contempor\u00e2nea, por\u00e9m sempre existiram grupos de artista reunidos com um objetivo comum, que, a partir de ideias individuais, ao combin\u00e1-las, desenvolvem um contexto maior, fortalecendo e aumentando a chance de sobreviv\u00eancia at\u00e9 mesmo de novos paradigmas. Uma destas refer\u00eancia que surge sempre com muita for\u00e7a na minha mente \u00e9 a chamada APTART, que teve origem nas Exposi\u00e7\u00f5es de Apartamento que ocorriam na URSS dos anos 1960 at\u00e9 in\u00edcio dos anos 80. Tanto as exposi\u00e7\u00f5es realizadas nos apartamentos dos artistas como posteriormente as a\u00e7\u00f5es APTART em espa\u00e7os abertos como matas e zonas rurais, possu\u00edam um car\u00e1ter subversivo e eram realizados por aqueles que se opunham e, bem por isso, se encontravam exclu\u00eddos do sistema oficial de arte.<\/p>\n<p> Em tempos de opini\u00f5es simplistas como vivemos hoje, \u00e9 bem dif\u00edcil trazer este exemplo, pois eram grupos que\u00a0refletiam de forma \u00a0complexa sua rela\u00e7\u00e3o com o tempo em que viviam e n\u00e3o faltar\u00e1 quem reduza o \u00a0movimento \u00e0 a\u00e7\u00f5es contra o regime pol\u00edtico da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.<\/p>\n<p> As a\u00e7\u00f5es APTART eram definidas como \u201canti-shows\u201d no sentido de\u00a0serem anticomercial, contra as superficialidades e o espet\u00e1culo que a palavra show pode significar. Eram a\u00e7\u00f5es contra o sistema oficial da arte que adotava o realismo socialista como \u00fanica forma de express\u00e3o. As exposi\u00e7\u00f5es de apartamento n\u00e3o tinham o objetivo de exibi\u00e7\u00e3o de trabalhos, mas sim apresentar conceitos a partir de produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. Colocavam em discuss\u00e3o o sentido de coletividade, fundamental ao socialismo, uma vez que as exposi\u00e7\u00f5es eram organizadas coletivamente, mas, devido \u00e0s circunst\u00e2ncias, apresentadas para um c\u00edrculo restrito de pessoas.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;3_5,2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<\/p>\n<p>Estes coletivos cumpriam seu papel cr\u00edtico e de reflex\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 porque tinham interesses b\u00e1sicos pessoais garantidos como educa\u00e7\u00e3o gratuita, aquecimento, f\u00e9rias pagas, empregos como professores, ilustradores ou afins e quantidade significativa de tempo livre para seu trabalho criativo, que deixaram de questionar o autoritarismo do Estado e falta de liberdade que significava eleger uma express\u00e3o como arte oficial. No texto de introdu\u00e7\u00e3o ao livro\u00a0 Anti-show APTART, David Morris comenta: \u201c As pr\u00e1ticas em torno da APTART estavam t\u00e3o distantes do sistema de arte \u201c<em>oficial<\/em>\u201d de Moscou quanto das emana\u00e7\u00f5es \u201c<em>oficiais<\/em>\u201d do neoliberalismo da era Reagan \u2013 \u201c<em>o novo esp\u00edrito na pintura<\/em>\u201d, Julian Schnabel e o resto dos produtos de arte ascendentes e mais valorizados.\u201d Eram a favor da chamada \u201cbaixa cultura\u201d an\u00e1rquica e da est\u00e9tica do lixo em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 \u201calta cultura\u201d elitista do ocidente.<\/p>\n<p>Natalia Abalakova e Anatoly Zhigalov definiram assim o primeiro anti-show APTART em 1980:<\/p>\n<p>\u00a0<em>Este evento n\u00e3o \u00e9 uma exposi\u00e7\u00e3o, e certamente n\u00e3o \u00e9 uma exibi\u00e7\u00e3o privada. Este \u00e9 um apartamento de artistas, onde v\u00e1rios artistas se reuniram para fazer um trabalho colaborativo. E aqueles que se reuniram n\u00e3o s\u00e3o de forma alguma um grupo unificado. S\u00e3o demasiado individualistas. Trata-se, antes, de uma dire\u00e7\u00e3o ou de um movimento, onde o \u00fanico fator comum \u00e9 uma certa inclina\u00e7\u00e3o, uma inclina\u00e7\u00e3o que distingue esses artistas dos artistas dos anos 70, que permaneceram dentro dos limites da arte tradicional. Os artistas aqui reunidos destroem as fronteiras entre as no\u00e7\u00f5es comuns de arte e realidade, entre o artista e o espectador. Eles abordam at\u00e9 mesmo o \u201cproduto de arte\u201d de uma maneira completamente nova. Trabalhando na hipot\u00e9tica fronteira entre arte e vida, eles exploram o problema dessa \u201cfronteira\u201d, explorando a pr\u00f3pria ess\u00eancia da arte. Eles est\u00e3o interessados no mecanismo da arte, sua fun\u00e7\u00e3o na vida, na sociedade e at\u00e9 mesmo na pr\u00f3pria arte; sua capacidade de comunicar, de ensinar, de engajar; seus aspectos sociais, etc. Essas perguntas s\u00e3o direcionadas ao pr\u00f3prio artista. Destronam o mito do artista como um demiurgo, um g\u00eanio solit\u00e1rio enigm\u00e1tico. Todos os modelos e conceitos s\u00e3o reavaliados. Mas isso n\u00e3o \u00e9 an\u00e1lise no sentido usual. Isso \u00e9 principalmente a\u00e7\u00e3o, ou realiza\u00e7\u00e3o criativa.<\/em><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Aptart_za_zabor-5_COVER.jpg&#8221; title_text=&#8221;Aptart&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font_size=&#8221;11px&#8221;]<\/p>\n<p>Vista de &#8216;APTART Behind the Fence&#8217;, 1983\u00a0<br \/>Fonte: www.afterall.org<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/APTART_First_Exhibition-web.jpg&#8221; title_text=&#8221;APTART_First_Exhibition-web&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<\/p>\n<p>Anti-Shows: APTART 1982\u201384<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;2_5,3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Aqui-Artes-Visuais-2.jpg&#8221; title_text=&#8221;Aqui-Artes-Visuais-2&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>AQUI! ARTES VISUAIS<\/strong><\/h1>\n<p>Em S\u00e3o Leopoldo um novo coletivo est\u00e1 se formando e a primeira interven\u00e7\u00e3o na cidade foi a intitulada <strong>Aqui! Artes Visuais<\/strong>, uma a\u00e7\u00e3o urbana envolvendo uma s\u00e9rie de v\u00eddeos que ser\u00e3o apresentados periodicamente e em diferentes locais. Cada v\u00eddeo \u00e9 dividido em dois momentos sendo o primeiro uma panor\u00e2mica dos artistas e seus trabalhos e o segundo apresentando de forma mais alongada a produ\u00e7\u00e3o de um dos artistas do grupo.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;3_4,1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<\/p>\n<p>Uma das motiva\u00e7\u00f5es para realizar essa a\u00e7\u00e3o urbana \u00e9 a de apresentar \u00e0 comunidade os artistas locais e sua produ\u00e7\u00e3o. A cidade possui um espa\u00e7o expositivo oficial que \u00e9 a Galeria Liana Brand\u00e3o que foi um primeiro passo muito importante na dire\u00e7\u00e3o desta aproxima\u00e7\u00e3o entre artes visuais e comunidade, al\u00e9m de uma justa homenagem a esta grande artista. Por\u00e9m ele n\u00e3o \u00e9 um espa\u00e7o devidamente adequado, que responda em termos museol\u00f3gicos \u00e0s necessidades expositivas da produ\u00e7\u00e3o das artes visuais em S\u00e3o Leopoldo. Levar para as ruas as imagens dos artistas \u00e9 um alerta para essa demanda. Al\u00e9m disso essas imagens projetadas na forma de uma a\u00e7\u00e3o urbana provocam um atravessamento na rotina de quem se desloca pela cidade. As diferentes po\u00e9ticas, constitu\u00eddas por cores, formas e sentidos m\u00faltiplos e o estranhamento de ver essas imagens em lugar inesperado, tem o potencial de interromper o fluxo de pensamento rotineiro e novas possibilidades se abrem levando \u00e0 diferentes reflex\u00f5es, indaga\u00e7\u00f5es diversas e, acima de tudo, fazendo pensar.<\/p>\n<p>A primeira interven\u00e7\u00e3o aconteceu dia 8 de maio, dia do artista visual e atendeu o calend\u00e1rio cultural organizado pela SECULT. O local foi a antiga sede da UNISINOS (hoje Centro de Cidadania e A\u00e7\u00e3o Social), na esquina da Rua Brasil com Rua Bento Gon\u00e7alves. Neste v\u00eddeo al\u00e9m do panorama dos artistas e suas obras o trabalho de Sergio Rodriguez foi abordado de forma mais prolongada.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Aqui-Artes-Visuais1.jpg&#8221; title_text=&#8221;Aqui-Artes-Visuais1&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;86%&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_3,1_3,1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Aqui-Artes-Visuais.jpg&#8221; title_text=&#8221;Aqui-Artes-Visuais&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Aqui-Artes-Visuais-3.jpg&#8221; title_text=&#8221;Aqui-Artes-Visuais-3&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_3&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Aqui-Artes-Visuais-Sergio-Rodriguez-1.jpg&#8221; title_text=&#8221;Aqui-Artes-Visuais-Sergio-Rodriguez-1&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_4,1_4,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sergio-Rodriguez.jpg&#8221; title_text=&#8221;Sergio-Rodriguez&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Aqui-Artes-Visuais-Sergio-Rodriguez.jpg&#8221; title_text=&#8221;Aqui-Artes-Visuais-Sergio-Rodriguez&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p>Rodriguez realizou sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual em 1996. Publicou em parceria com o MIS\/SP a HQ experimental Laborat\u00f3rio Monks 96p. Integrante e membro fundador do coletivo de arte e design M\u00e1fia L\u00edquida. Recebeu o Pr\u00eamio de Incentivo a Criatividade no XIV Sal\u00e3o de Artes Pl\u00e1sticas da C\u00e2mara Municipal de Porto Alegre, em 2000 e em 2022, na sua 24\u00aa edi\u00e7\u00e3o, foi artista selecionado. Possui obras em acervo do MARGS e MACRS.<\/p>\n<p>A iniciativa tem o apoio do F\u00f3rum de Artes Visuais de S\u00e3o Leopoldo.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; background_color=&#8221;rgba(131,0,233,0.13)&#8221; custom_margin=&#8221;0px||||false|false&#8221; custom_padding=&#8221;5px|5px|8px|14px|false|false&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p><strong>Artistas participantes do Primeiro V\u00eddeo:<\/strong><\/p>\n<p>Andrea Hilgert \/\u00a0Cacau Weimer \/\u00a0Emerson Machado \/\u00a0Estela Seifert \/\u00a0Helena Rossi Tavares \/\u00a0Jader Santini \/\u00a0Klau Brentano \/\u00a0Lurdi Blauth \/\u00a0Maristela Schmidt \/\u00a0Martina Berger \/\u00a0Rog\u00e9rio Severo \/\u00a0Rosana Almendares \/\u00a0Rosana Krug \/\u00a0Sergio Rodriguez \/\u00a0Suzane Wonghon<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Fonte: https:\/\/www.afterall.org\/article\/introduction-anti-shows<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando pensamos em coletivos de artista, o universo de refer\u00eancias na hist\u00f3ria da arte \u00e9 praticamente infinito. O termo como entendemos hoje est\u00e1 mais pr\u00f3ximo da arte contempor\u00e2nea, por\u00e9m sempre existiram grupos de artista reunidos com um objetivo comum, que, a partir de ideias individuais, ao combin\u00e1-las, desenvolvem um contexto maior, fortalecendo e aumentando a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2598,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"<!-- wp:paragraph -->\n<p>Interven\u00e7\u00e3o urbana em S\u00e3o Leopoldo<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:divi\/placeholder \/-->","_et_gb_content_width":"1080","om_disable_all_campaigns":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-2585","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-jornal-noticiario"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2585","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2585"}],"version-history":[{"count":8,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2585\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2610,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2585\/revisions\/2610"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2598"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2585"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2585"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2585"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}