{"id":2407,"date":"2022-04-18T15:35:15","date_gmt":"2022-04-18T18:35:15","guid":{"rendered":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2407"},"modified":"2022-08-16T19:10:58","modified_gmt":"2022-08-16T22:10:58","slug":"kathe-kollwitt-arte-de-combate-jamais-de-propaganda","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2407","title":{"rendered":"K\u00e4the Kollwitt Arte de combate, jamais de propaganda"},"content":{"rendered":"\n\n[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/JornalNoticiario-Abril-22.jpg&#8221; title_text=&#8221;JornalNoticiario-Abril-22&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; width=&#8221;83%&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; custom_margin=&#8221;30px||||false|false&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<p>O texto que M\u00e1rio Pedrosa escreve a respeito da exposi\u00e7\u00e3o de\u00a0K\u00e4the Kollwitt se d\u00e1 no contexto do in\u00edcio da gest\u00e3o Vargas, da cria\u00e7\u00e3o da A\u00e7\u00e3o Integralista Brasileira, das reverbera\u00e7\u00f5es da revolu\u00e7\u00e3o sovi\u00e9tica e no mesmo ano em que o Reichstag alem\u00e3o aprovou o ato que autorizava a transmiss\u00e3o das suas fun\u00e7\u00f5es legislativas para o poder executivo, representado por Adolf Hitler. Estamos falando do ano de 1933 e de uma d\u00e9cada em que uma leva de artistas brasileiros passaram a trazer em suas cria\u00e7\u00f5es uma preocupa\u00e7\u00e3o com o social, a exemplo de L\u00edvio Abramo ou a fase social de Tarcila do Amaral. Neste momento as quest\u00f5es est\u00e9ticas e culturais da Semana de Arte Moderna de 1922 passaram a ser insuficientes. Dir\u00e1 M\u00e1rio Pedrosa posteriormente em rela\u00e7\u00e3o a esta d\u00e9cada: \u201cA pol\u00eamica n\u00e3o era mais art\u00edstica, mas declaradamente pol\u00edtica\u201d. Ativista, pol\u00edtico e cr\u00edtico de arte, Pedrosa nos mostrou que a cr\u00edtica e a arte politicamente consequentes, n\u00e3o podem furtar-se \u00e0 defesa da democracia.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o de M\u00e1rio Pedrosa foi extensa e variada come\u00e7ando no Brasil com curso de direito (RJ), passando por filosofia, sociologia, economia e est\u00e9tica na Universidade de Berlim. Retorna ao Brasil em 1929 e \u00e9 preso em 1932 por sua atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica junto ao movimento comunista. Em 1933 realiza, no\u00a0Clube dos Artistas Modernos &#8211; CAM, a confer\u00eancia <em>&#8220;As Tend\u00eancias Sociais da Arte de K\u00e4the Kollwitz&#8221;<\/em>, sobre o trabalho da gravurista alem\u00e3 cujo texto \u00e9 considerado seu lan\u00e7amento como cr\u00edtico de arte. O CAM, cujos membros vislumbravam na arte um dos alicerces de transforma\u00e7\u00e3o social, teve curta dura\u00e7\u00e3o sendo fechado pela pol\u00edcia sob o pretexto de subversividade.<\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; custom_padding=&#8221;||0px|||&#8221;]<p>Com a instaura\u00e7\u00e3o do Estado Novo em 1937, Pedrosa \u00e9 exilado em Paris transferindo-se posteriormente para Nova York. Trabalha no MOMA e colabora em revistas de cultura, pol\u00edtica e arte. Retorna clandestinamente ao Brasil em 1940 e \u00e9 preso e deportado para os Estados Unidos. Dois anos depois, por ocasi\u00e3o da inaugura\u00e7\u00e3o dos pain\u00e9is de\u00a0Candido Portinari \u00a0na Biblioteca do Congresso em Washington D.C., publica um estudo sobre o pintor brasileiro. Com o t\u00e9rmino da Segunda Guerra retorna ao Brasil e luta pelo fim da ditadura de Get\u00falio Vargas.<\/p>\n<p>Neste ano,\u00a0 1945, \u00a0funda e dirige o seman\u00e1rio\u00a0<em>Vanguarda Socialista<\/em>, no Rio de Janeiro e incorpora-se ao Partido Socialista Brasileiro em 1947. Transcorre um per\u00edodo de grande produ\u00e7\u00e3o de textos para jornais e revistas. Torna-se professor de est\u00e9tica e hist\u00f3ria, membro fundador da Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Cr\u00edticos de Arte \u2013 Aica, dirige o MAM em S\u00e3o Paulo e assume o cargo de Secret\u00e1rio de Cultura no Governo J\u00e2nio Quadros. At\u00e9 chegar a ditadura militar de 1964 quando torna-se refugiado pol\u00edtico no Chile de Salvador Allende onde dirige o Museu de la Solidariedad. Retornando ao Brasil continua com intensa atividade cultural. Como um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores &#8211; PT, \u00e9 o primeiro a assinar seu manifesto de cria\u00e7\u00e3o, no Col\u00e9gio Sion, em S\u00e3o Paulo, em 1980.<\/p>\n<p>Com esta vasta bagagem de conhecimento e experi\u00eancia \u00e9 que Pedrosa elabora seu pensamento como cr\u00edtico mantendo-se sempre fiel a condi\u00e7\u00e3o de liberdade da arte, procurando entend\u00ea-la no seu tempo, mas tamb\u00e9m intervindo no seu processo de produ\u00e7\u00e3o. Assim foi na defesa da <em>arte abstrata<\/em>, na participa\u00e7\u00e3o do movimento <em>neoconcreto<\/em> na d\u00e9cada de 1950 e <em>novo realismo<\/em> da d\u00e9cada de 60. \u00a0Nas correntes <em>construtivistas<\/em> vislumbrou o potencial de transforma\u00e7\u00e3o intelectual e pr\u00e1tica da sociedade, atrav\u00e9s da supera\u00e7\u00e3o da recep\u00e7\u00e3o puramente contemplativa da arte, por parte do observador, substitu\u00edda ent\u00e3o por uma postura de agente constituinte do objeto art\u00edstico. Falo aqui destacadamente de H\u00e9lio Oiticica e Lygia Clark.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;3_4,1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<p>Retornando a K\u00e4the Kollwitt e o contexto da \u00e9poca da exposi\u00e7\u00e3o no CAM, Pedrosa percebeu que o movimento nazista de considerar toda arte moderna como \u201carte degenerada\u201d por n\u00e3o atender ao ideal de beleza cl\u00e1ssico e naturalista, repunha o mesmo movimento stalinista de condena\u00e7\u00e3o da arte de vanguarda, impondo no seu lugar o Realismo Socialista. Em sua confer\u00eancia, Pedrosa insiste que a arte de Kollwitz \u00e9 exemplar por n\u00e3o se prestar a nenhum tipo de doutrinarismo. A artista n\u00e3o ilustrava ou atendia a ideais program\u00e1ticos, mas por outro lado, n\u00e3o se omitia de um posicionamento pol\u00edtico num momento de tamanha ten\u00e7\u00e3o. Para isso sua obra partia do ponto de vista do proletariado e sua t\u00e9cnica rompia com purismos fazendo experimenta\u00e7\u00f5es que resultassem em melhores condi\u00e7\u00f5es para expressar sua inten\u00e7\u00e3o.<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Kathe-Kollwitz.jpg&#8221; title_text=&#8221;K\u00e4the-Kollwitz&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_4,3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Mae-com-seu-Filho-Morto-1903..jpg&#8221; title_text=&#8221;M\u00e3e com seu Filho Morto, 1903.&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_6_font_size=&#8221;13px&#8221;]<h6>M\u00e3e com seu Filho Morto &#8211;\u00a0K\u00e4the Kollwitt &#8211; 1903.<\/h6>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<p>Marcos Fabris, cr\u00edtico de arte, membro da ABCA\/SP, cita em artigo publicado no site da associa\u00e7\u00e3o o seguinte pensamento: \u201cPela pena de M\u00e1rio Pedrosa, K\u00e4the Kollwitz nos ensina que tanto o artista quanto o cr\u00edtico devem atentar para o termo \u201cpol\u00edtico\u201d, que n\u00e3o significa a sujei\u00e7\u00e3o da arte e da cr\u00edtica \u00e0s exig\u00eancias extra-est\u00e9ticas do engajamento, muito menos aos imperativos doutrin\u00e1rios da mera ilustra\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica. Criticar politicamente \u00e9 opinar sem reservas no horizonte de uma ordem social antag\u00f4nica e compartimentada. Tamb\u00e9m aprendemos a conceber o \u201csocial\u201d na arte como resultado do poder comunicativo da forma, que ao se destacar e se contrapor \u00e0 realidade, a submete a uma perspectiva imprevista gra\u00e7as \u00e0 qual um novo mundo parece ser antevisto no \u00e2mago da percep\u00e7\u00e3o est\u00e9tica. Deve-se, assim, pensar a arte e o desenvolvimento das for\u00e7as produtivas sem dissoci\u00e1-los.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_4,3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Os-Prisioneiros-Kathe-Kollwitz-1908.jpg&#8221; title_text=&#8221;Os Prisioneiros-K\u00e4the Kollwitz &#8211; 1908&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;3_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<p>Novamente nos encontramos em um momento cr\u00edtico, de amea\u00e7a \u00e0 democracia, de rompantes autorit\u00e1rios. Estamos imersos num estado de medo constante, a linguagem est\u00e1 em vertigem e o sentido se perdeu. O grotesco \u00e9 agora gerador de visualiza\u00e7\u00f5es e ser visualizado atrav\u00e9s das redes se tornou o par\u00e2metro de exist\u00eancia. N\u00e3o \u00e9 o conte\u00fado do texto ou da fala o que importa, \u00e9 o n\u00famero de visualiza\u00e7\u00f5es atingidas que legitimar\u00e1 at\u00e9 o discurso mais nefasto.<\/p>\n<p>Este \u00e9 um dos momentos em que arte e pol\u00edtica v\u00e3o ter que andar juntos.<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;]<p>Fonte:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/enciclopedia.itaucultural.org.br\/pessoa445\/mario-pedrosa\">Enciclop\u00e9dia Ita\u00fa Cultural <\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/enciclopedia.itaucultural.org.br\/pessoa445\/mario-pedrosa\">https:\/\/enciclopedia.itaucultural.org.br\/pessoa445\/mario-pedrosa<\/a><\/p>\n<p>ABCAhttp:\/\/abca.art.br\/httpdocs\/arte-e-critica-de-arte-contra-o-nazi-fascismo-marcos-fabris\/<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O texto que M\u00e1rio Pedrosa escreve a respeito da exposi\u00e7\u00e3o de\u00a0K\u00e4the Kollwitt se d\u00e1 no contexto do in\u00edcio da gest\u00e3o Vargas, da cria\u00e7\u00e3o da A\u00e7\u00e3o Integralista Brasileira, das reverbera\u00e7\u00f5es da revolu\u00e7\u00e3o sovi\u00e9tica e no mesmo ano em que o Reichstag alem\u00e3o aprovou o ato que autorizava a transmiss\u00e3o das suas fun\u00e7\u00f5es legislativas para o poder [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2408,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"1080","om_disable_all_campaigns":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[9],"class_list":["post-2407","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-jornal-noticiario","tag-rosana-almendares"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2407","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2407"}],"version-history":[{"count":5,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2407\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2452,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2407\/revisions\/2452"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2408"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}