{"id":2230,"date":"2021-07-16T10:38:12","date_gmt":"2021-07-16T13:38:12","guid":{"rendered":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2230"},"modified":"2021-07-16T10:51:28","modified_gmt":"2021-07-16T13:51:28","slug":"2230","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2230","title":{"rendered":"POL\u00cdCIA! \/PARA QUEM PRECISA \/ POL\u00cdCIA!"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;1_2&#8243;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Jornal-Noticiario-Julho-2021.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;Rosana Almendares-Jornal Notici\u00e1rio &#8211; Julho-2021&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;1_2&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243; custom_margin=&#8221;55px||||false|false&#8221;]<\/p>\n<h1>POL\u00cdCIA! \/PARA QUEM PRECISA \/ POL\u00cdCIA!<\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma reflex\u00e3o sobre a liberdade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Feminic\u00eddio, genoc\u00eddio, racismo, falsifica\u00e7\u00e3o de rem\u00e9dios para tratamento de c\u00e2ncer infantil, atravessadores roubando na compra e venda de vacinas, e mais, ser capaz de pensar em lucro em plena cat\u00e1strofe sanit\u00e1ria mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Algo deu errado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fracassamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O homem n\u00e3o \u00e9 \u201cnaturalmente\u201d nada, diz meu irm\u00e3o, Renato Almendares, em uma de nossas longas conversas. Para ele o homem n\u00e3o \u201c\u00c9\u201d naturalmente, ele \u00e9 sim uma Inven\u00e7\u00e3o. Diz ele: entre a natureza (o bicho que nos suporta) e o pensamento que simplesmente tenta reproduzir na sociedade a barb\u00e1rie, entre uma coisa e outra, existe a <em>inven\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gosto desse pensamento porque olhando para o que estamos vivendo, percebo que reproduzir na sociedade a barb\u00e1rie \u00e9 o caminho mais f\u00e1cil, ir contra ela d\u00e1 trabalho. Para inventar tem que questionar. \u00c9 necess\u00e1rio que cada um questione a si pr\u00f3prio, saia do conforto de suas convic\u00e7\u00f5es, questione seu tempo. \u00a0Muito mais f\u00e1cil \u00e9 aceitar e at\u00e9 justificar tudo como sendo da \u201cnatureza\u201d humana. Justificar o racismo, a viol\u00eancia, o feminic\u00eddio, a discrimina\u00e7\u00e3o como algo pass\u00edvel de ser naturalizado, mesmo que formalmente existam regramentos contra tudo isso.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p>Muito mais f\u00e1cil do que lutar por outro paradigma de civiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 nos acomodarmos e nos enchermos de regras, proibi\u00e7\u00f5es, encarceramentos, dogmas religiosos que nos obriguem a caminhar por corredores estreitos em meio ao caos, sem olhar para os lados, vivendo mecanicamente, cumprindo um papel que certamente se destina a beneficiar algu\u00e9m que se coloca em posi\u00e7\u00e3o de privil\u00e9gio nesta organiza\u00e7\u00e3o. Quando os regramentos n\u00e3o s\u00e3o mais balizados por leis morais e sim por interesses de segmentos, quem pensa sobre tal regramento, quem o contesta, \u00e9 perseguido e condenado pelas mesmas regras que ele um dia pensou terem sido criadas para lhe proteger.<\/p>\n<p>Essa invers\u00e3o \u00e9 tratada na m\u00fasica <em>Pol\u00edcia <\/em>dos Tit\u00e3s (letra de Tony Belloto):<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>(Pol\u00edcia)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>(&#8230;) Dizem que ela existe<\/em><em><br \/> Pra ajudar!<br \/> Dizem que ela existe<br \/> Pra proteger!<br \/> Eu sei que ela pode<br \/> Te parar!<br \/> Eu sei que ela pode<br \/> Te prender!(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>&#8230;..<\/em><\/p>\n<p><strong>E a liberdade? Que assunto bom!<\/strong><\/p>\n<p>A liberdade assusta. Ter que assumir responsabilidade por escolhas feitas, assusta. Viver em alerta permanente contra arbitrariedades d\u00e1 trabalho. Liberdade exige pensamento, reflex\u00e3o e o cinismo est\u00e1 em quem, clamando por liberdade, aprisiona pessoas, restringe pensamentos, faz tudo para que o outro nunca tenha sequer o desejo de se libertar, nunca tenha, sequer, a consci\u00eancia de que est\u00e1 sendo explorado.<\/p>\n<p><strong>Para Arist\u00f3teles (Gr\u00e9cia 384 a.C.- 322 a.C.) \u00a0<\/strong>a liberdade est\u00e1 baseada na possibilidade de realizar escolhas orientadas pela vontade sendo o conhecimento, a ferramenta capaz de ampliar as possibilidades de escolha.<\/p>\n<p><strong>Para John Locke (Inglaterra &#8211; 1632-1704)<\/strong>, cujas reflex\u00f5es se inserem na raiz do pensamento liberal, as pessoas teriam abandonado a liberdade natural escolhendo viver sob o governo de um Estado que lhes garantiria o direito \u00e0 propriedade. A vida passa a ser orientada pelas leis sendo inaugurada assim a liberdade civil.<\/p>\n<p><strong>Para Kant (Alemanha &#8211; 1724-1804)<\/strong>, liberdade est\u00e1 relacionado com autonomia. \u00c9 o direito do indiv\u00edduo criar regras para si mesmo, que devem ser seguidas racionalmente. Essa liberdade s\u00f3 ocorre realmente, atrav\u00e9s da vontade em conformidade com as leis morais.<\/p>\n<p>J\u00e1 no <strong>s\u00e9culo XX, Sartre (Fran\u00e7a &#8211; 1905-1980)<\/strong> afirma que a liberdade \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o de vida do ser humano. O princ\u00edpio do homem \u00e9 ser livre, estando assim obrigado a realizar escolhas para construir sua pr\u00f3pria exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Do meu ponto de vista um dos pensamentos mais sofisticados que a mente humana elaborou com base na liberdade \u00e9 o anarquismo. Falar verdadeira e profundamente sobre ele requer muito cuidado e n\u00e3o \u00e9 coisa para texto curto, pois corre-se um grande risco de falsas interpreta\u00e7\u00f5es. Um texto bem escrito sobre o anarquismo ser\u00e1 um texto que desacomoda o leitor que nunca teve contato com o este pensamento, desestrutura, chega a amedrontar e ao mesmo tempo enche de entusiasmo. Ao falar resumidamente perde-se a complexidade. Mas falar de liberdade sem citar o anarquismo, para mim \u00e9 imposs\u00edvel. Ent\u00e3o vou arriscar j\u00e1 pedindo desculpas aos anarquistas.<\/p>\n<p>O te\u00f3rico pol\u00edtico, soci\u00f3logo, fil\u00f3sofo e ponto de refer\u00eancia do pensamento anarquista Mikhail Aleksandrovith Bakunin (R\u00fassia, 1814 &#8211; 1876, Su\u00ed\u00e7a), colocava a liberdade nos seguintes termos: \u201cminha liberdade pessoal \u00e9 assim confirmada pela liberdade de todos e estende-se at\u00e9 o infinito. Enquanto existirem pessoas presas n\u00e3o serei livre\u201d.<\/p>\n<p>Para os anarquistas a busca pela liberdade deve ser constante e a revolu\u00e7\u00e3o um ato permanente e n\u00e3o um epis\u00f3dio redentor que salvar\u00e1 a humanidade. A ideia de revolu\u00e7\u00e3o permanente \u00e9, originalmente, de Pierre-Joseph Proudhon (Fran\u00e7a 1809-1865), fil\u00f3sofo pol\u00edtico e econ\u00f4mico, primeiro grande te\u00f3rico do anarquismo, que criticou o processo revolucion\u00e1rio franc\u00eas por ter vivenciado os efeitos autorit\u00e1rios que ele promoveu. Acreditava que a revolu\u00e7\u00e3o burguesa apenas tinha trocado um poder autorit\u00e1rio por outro.<\/p>\n<p>A proposta de Proudhon era a de associa\u00e7\u00f5es de trabalhadores visando desfazer a centralidade do poder moderno, ou seja, a centralidade do capital que rouba nosso trabalho; a centralidade do Estado, que rouba nossa liberdade e a centralidade da igreja, que rouba nossa consci\u00eancia.<\/p>\n<p>Quando um neoliberal defende a liberdade atrav\u00e9s do individualismo ele est\u00e1 defendendo a lei do mais forte, est\u00e1 reproduzindo na sociedade a barb\u00e1rie, est\u00e1 defendendo a liberdade de oprimir e de cometer injusti\u00e7as.\u00a0<\/p>\n<p>Quando um anarquista defende a liberdade do indiv\u00edduo ele est\u00e1 <em>inventando, <\/em>ele est\u00e1 dizendo que o que nos diferencia dos animais \u00e9 a nossa capacidade de revoltar contra nossa pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o, n\u00e3o como um ato autorit\u00e1rio, mas como um ato de vontade.<\/p>\n<p>Um anarquista ser\u00e1 sempre perseguido justo por viver em estado permanente de revolu\u00e7\u00e3o. Porque tem consci\u00eancia de que deve sempre usar da Raz\u00e3o afim de lutar contra a injusti\u00e7a e n\u00e3o a cometer (um fascista nega a raz\u00e3o justamente para poder cometer a injusti\u00e7a). Os anarquistas preferem morrer a perder sua liberdade e bem por isso s\u00e3o livres, e bem por isso sabem que juntos s\u00e3o invenc\u00edveis, e bem por isso trabalham com a sedu\u00e7\u00e3o, com a arte, com o prazer, com o fant\u00e1stico, com a utopia. Um anarquista tem a capacidade de amar.<\/p>\n<p>Quem faz coletivamente o verdadeiro uso da Raz\u00e3o, n\u00e3o precisa de pol\u00edcia.<\/p>\n<p><em>Pol\u00edcia!<\/em><\/p>\n<p><em>Para quem precisa<\/em><\/p>\n<p><em>Pol\u00edcia!<\/em><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h1><strong>Mulheres anarquistas <\/strong><\/h1>\n<p>As mulheres sempre estiveram presentes e atuantes no pensamento e eventos anarquistas.\u00a0 Trago aqui dois exemplos.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; column_structure=&#8221;2_5,3_5&#8243; custom_padding=&#8221;||90px|||&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;2_5&#8243;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Maria-Lacerda-de-Moura.png&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;Maria Lacerda de Moura&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;3_5&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h1><strong>Maria Lacerda de Moura<\/strong><\/h1>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Maria Lacerda de Moura<\/strong> (Manhua\u00e7u, 16 de maio de 1887 \u2014 Rio de Janeiro, 20 de mar\u00e7o de 1945) \u00ad\u00ad\u00adprofessora, escritora, anarquista e feminista brasileira. Participou dos esfor\u00e7os oficiais para enfrentar a quest\u00e3o social atrav\u00e9s de campanhas nacionais de alfabetiza\u00e7\u00e3o e reformas educacionais. Considerada uma das pioneiras do feminismo no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Come\u00e7ou a publicar cr\u00f4nicas em um jornal da cidade de Barbacena, Minas Gerais, em 1912 e em 1918 publicou seu primeiro livro, <strong><em>Em torno da educa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong> A partir da\u00ed, estabeleceu contatos com jornalistas e escritores de Belo Horizonte, S\u00e3o Paulo, Santos e Rio de Janeiro. Nesse per\u00edodo, conheceu Jos\u00e9 Oiticica e teve contato com as ideias pedag\u00f3gicas renovadoras da m\u00e9dica feminista Maria Montessori e dos pedagogos anarquistas Paul Robin, Sebastien Faure e Francisco Ferrer y Guardia. Mudou-se para S\u00e3o Paulo em 1921, aos 34 anos, e l\u00e1 teve seus contatos com o movimento associativo feminino e o movimento oper\u00e1rio da \u00e9poca. Chegou a colaborar com a feminista Bertha Lutz e presidiu a Federa\u00e7\u00e3o Internacional Feminina. Em 1922, rompeu com os movimentos associativos feministas, fundamentalmente preocupados com o sufr\u00e1gio feminino, pois entendia que a luta pelo direito de voto respondia a uma parcela muito limitada das necessidades femininas. Colaborou assiduamente com a imprensa oper\u00e1ria e progressista de S\u00e3o Paulo e em 1923 lan\u00e7ou a revista Renascen\u00e7a.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; column_structure=&#8221;2_5,3_5&#8243;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;2_5&#8243;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/EmmaGoldman.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;EmmaGoldman&#8221; border_radii=&#8221;on|10px|10px|10px|10px&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;3_5&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h1><strong>Emma Goldman<\/strong><\/h1>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243; custom_padding=&#8221;0px|||||&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Emma Goldman <\/strong>(Litu\u00e2nia, 27 de junho de 1869 \u2014 Canad\u00e1, 14 de maio de 1940) foi uma anarquista lituana, conhecida por seu ativismo, seus escritos pol\u00edticos e confer\u00eancias que reuniam milhares de pessoas nos Estados Unidos. Teve um papel fundamental no desenvolvimento do anarquismo na Am\u00e9rica do Norte na primeira metade do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atra\u00edda pelo anarquismo ap\u00f3s a Revolta de Haymarket (1886)*, Goldman tornou-se uma renomada ensa\u00edsta de filosofia anarquista e escritora, escrevendo artigos anticapitalistas bem como sobre a emancipa\u00e7\u00e3o da mulher, problemas sociais e a luta sindical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante sua vida, Goldman foi celebrada por seus admiradores, como uma livre pensadora e &#8220;mulher rebelde&#8221;, e achincalhada pelos advers\u00e1rios, como sendo defensora de assassinatos pol\u00edticos e revolu\u00e7\u00f5es violentas. Seus escritos e confer\u00eancias abrangeram uma variedade de assuntos, incluindo o sistema prisional, ate\u00edsmo, liberdade de express\u00e3o, militarismo, capitalismo, casamento e emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres. Tamb\u00e9m desenvolveu novas formas de incorporar pol\u00edticas de g\u00eanero no anarquismo. Emma Goldman faleceu na cidade de Toronto, no Canad\u00e1 em 14 de Maio de 1940.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Mulheres-anarquistas1.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;Mulheres anarquistas1&#8243; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>POL\u00cdCIA! \/PARA QUEM PRECISA \/ POL\u00cdCIA! 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