{"id":2097,"date":"2021-03-11T10:16:16","date_gmt":"2021-03-11T13:16:16","guid":{"rendered":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2097"},"modified":"2021-05-20T22:15:28","modified_gmt":"2021-05-21T01:15:28","slug":"marco-2021","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2097","title":{"rendered":"O BIOMA PAMPA"},"content":{"rendered":"\n[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;||9px|||&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Jornal-Noticiario.jpg&#8221; title_text=&#8221;Jornal Notici\u00e1rio&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_font=&#8221;Abhaya Libre|700|||||||&#8221; header_font_size=&#8221;46px&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<h1 style=\"text-align: center;\">O BIOMA PAMPA<\/h1>\n<p>O Pampa habita minha mem\u00f3ria de inf\u00e2ncia desde nossas f\u00e9rias de ver\u00e3o quando \u00edamos os quatro, pai, m\u00e3e, meu irm\u00e3o e eu, ao encontro dos av\u00f3s paternos em Santa Vit\u00f3ria do Palmar e de l\u00e1 rumo \u00e0 praia onde permanec\u00edamos at\u00e9 dois meses nas areias brancas do balne\u00e1rio As Maravilhas. Estas mem\u00f3rias foram marcantes a ponto de resultarem num projeto realizado em parceria com meu irm\u00e3o Renato e pelo qual recebemos um pr\u00eamio da FUNARTE em 2015 \u2013 Maravilhas Hist\u00f3rias e Mem\u00f3rias Afetivas.<\/p>\n<p>Esta regi\u00e3o na qual se davam nossas aventuras de ver\u00e3o, faz parte do Bioma Pampa que corresponde a 63% do territ\u00f3rio do Rio Grande do Sul e foi reconhecido oficialmente pelo governo federal em 2004. Toda esta paisagem constitu\u00edda de plan\u00edcies, serras e coxilhas, coberta por gram\u00edneas e arbustos, formada por uma biodiversidade com cerca de 3 mil esp\u00e9cies de plantas, 500 esp\u00e9cies de aves e tamb\u00e9m animais terrestres, est\u00e1 amea\u00e7ada pela monocultura da soja e por diversos projetos de minera\u00e7\u00e3o. Segundo monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgado em junho de 2019, 43,7% da vegeta\u00e7\u00e3o nativa j\u00e1 haviam sido suprimidos at\u00e9 2016. Outro dado preocupante \u00e9 relativo \u00e0s queimadas na regi\u00e3o: o Inpe registrou aumento de 343% no n\u00famero de ocorr\u00eancias no primeiro semestre de 2020, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo no ano anterior. Toda a lida campeira e o modo de vida dos pequenos pecuaristas, agricultores familiares, quilombolas e demais comunidades da regi\u00e3o, que come\u00e7am a ser reconhecidos como comunidades tradicionais do pa\u00eds, encontram-se igualmente amea\u00e7ados. E n\u00e3o podemos esquecer que no bioma, tamb\u00e9m est\u00e1 o Aqu\u00edfero Guarani, uma das maiores reservas subterr\u00e2neas de \u00e1gua do mundo.<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_padding=&#8221;11px|||||&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<p>As amea\u00e7as a regi\u00e3o se d\u00e3o pela expans\u00e3o da monocultura e pelos projetos de minera\u00e7\u00e3o. A monocultura de soja substitui a cria\u00e7\u00e3o de gado pelo plantio de grandes extens\u00f5es de terra, afetando a biodiversidade e alterando a lida tradicional do homem do campo que est\u00e1 \u00e0 frente da preserva\u00e7\u00e3o desta biodiversidade.<\/p>\n<p>Dos projetos de minera\u00e7\u00e3o saliento tr\u00eas, um na regi\u00e3o de Tr\u00eas Estradas, a 400 quil\u00f4metros de Porto Alegre, \u00e1rea rural de Lavras do Sul e Dom Pedrito, com a explora\u00e7\u00e3o de fosfato pela empresa \u00c1guia Fertilizantes, subsidi\u00e1ria do grupo de minera\u00e7\u00e3o australiano Aguia Resources, controlada por capital estrangeiro e ligada ao grupo Forbes &amp; Manhattan. Este projeto est\u00e1 inserido no crescimento do agroneg\u00f3cio uma vez que o fosfato ser\u00e1 utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o dos fertilizantes. Outro \u00e9 a Mina Gua\u00edba, da empresa Copelmi que pretende extrair carv\u00e3o na regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre e a multinacional do Grupo Votorantim, que planeja a constru\u00e7\u00e3o de uma mineradora de zinco, chumbo e cobre em Ca\u00e7apava do Sul. \u00a0<\/p>\n<p>O caso de Tr\u00eas Estradas ilustra bem os processos que envolvem tais projetos. Por um lado os ambientalistas apresentam os riscos ao meio ambiente que s\u00e3o melhor compreendidos pelos moradores do meio rural, por outro lado a empresa apresenta os supostos benef\u00edcios que envolvem empregos tempor\u00e1rios e melhorias para a cidade que s\u00e3o muito bem aceitos pelo meio urbano.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o influenciada pelo projeto Fosfato Tr\u00eas Estradas fica na cabeceira dos rios Camaqu\u00e3 e Santa Maria, bacias hidrogr\u00e1ficas que compreendem 33 munic\u00edpios, al\u00e9m de comunidades rurais e quilombolas. O Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental, emitido pela pr\u00f3pria empresa, da conta de que a terraplanagem para constru\u00e7\u00e3o de pr\u00e9dios e estruturas poder\u00e1 causar assoreamento de cursos d\u2019agua e que \u00e9 esperada interfer\u00eancia em nascentes al\u00e9m do desaparecimento de 20 rios e riachos. As \u00e1guas subterr\u00e2neas tamb\u00e9m ser\u00e3o atingidas, as caracter\u00edsticas qu\u00edmicas da \u00e1gua podem ser alteradas por dep\u00f3sito de l\u00edquidos oleosos ou materiais s\u00f3lidos. Conforme os cr\u00edticos do projeto, a empresa, no estudo (RIMA), s\u00f3 apresenta como solu\u00e7\u00e3o, projetos para prevenir, controlar e compensar tais impactos, sem definir tais projetos.<\/p>\n<p>Conforme o site do Projeto Colabora (projeto jornal\u00edstico que aposta numa vis\u00e3o de sustentabilidade) as duas barragens de rejeitos previstas dever\u00e3o ocupar \u00e1rea de 194 hectares, com 1.057m de extens\u00e3o e capacidade para cerca de 23 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos, o dobro do volume de rejeito que vazou em Brumadinho e que sabemos bem a forma como est\u00e1 sendo tratado.<\/p>\n<p>Como benef\u00edcios \u00e0 regi\u00e3o, a mineradora prev\u00ea 900 vagas tempor\u00e1rias de emprego direto e indireto na fase de implanta\u00e7\u00e3o do projeto, n\u00e3o havendo informa\u00e7\u00e3o sobre o n\u00famero de vagas na fase de opera\u00e7\u00e3o. Conforme o site da Fosfato Tr\u00eas Estradas o empreendimento tem por objetivo o crescimento de Lavaras do Sul e regi\u00e3o, atraindo novos neg\u00f3cios e investimentos, ativando a cadeia produtiva, impulsionando obras de infraestrutura, possibilitando aumento de servi\u00e7os e for\u00e7a ao com\u00e9rcio. \u201cUma nova energia injetada na economia da regi\u00e3o promovendo, tamb\u00e9m, crescimento humano e melhor qualidade de vida\u201d. Como estrat\u00e9gia de aproxima\u00e7\u00e3o a empresa, a partir da sede erguida na cidade, passou a fazer centenas de a\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas de marketing, a patrocinar eventos, distribuir brindes e criou um jogo sobre minera\u00e7\u00e3o para as crian\u00e7as. Como resultado a instala\u00e7\u00e3o da mineradora \u00e9 celebrada de forma praticamente un\u00e2nime pelos habitantes do meio urbano.<\/p>\n<p>O importante \u00e9 que, conforme o professor de Bot\u00e2nica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Gerhard Overbeck, &#8220;n\u00e3o temos, atualmente, as t\u00e9cnicas para recupera\u00e7\u00e3o dos ecossistemas, ou seja, ap\u00f3s o final da atividade de minera\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel recuperar o ecossistema perdido&#8221;.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o com o Bioma Pampa vem de diversas entidades e associa\u00e7\u00f5es. S\u00f3 o Comit\u00ea de Combate \u00e0 Megaminera\u00e7\u00e3o do RS envolve 104 destas entidades. As universidades tamb\u00e9m est\u00e3o preocupadas com o Pampa, como \u00e9 o caso da UFPEL que d\u00e1 o suporte t\u00e9cnico-cient\u00edfico para a cria\u00e7\u00e3o da Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o Pontal da Barra que envolve a praia do Laranjal em Pelotas. Cito tamb\u00e9m o F\u00f3rum em Defesa da Democracia Ambiental que visa garantir uma maior participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil na constru\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas socioambientais al\u00e9m de ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o como Portal Ambiente Legal, Projeto Colabora e tantos outros.<\/p>\n<p>Na arte o homem do campo e as paisagens do pampa foram e continuam sendo tema para muitos artistas. Assim foi para Nelson Jungbluth, Dan\u00fabio Gon\u00e7alves, Gl\u00eanio Bianchetti, Glauco Rodrigues, Carlos Scliar s\u00f3 para citar uns poucos nomes.<\/p>\n<p>Aqui em S\u00e3o Leopoldo a artista Lurdi Blauth dedicou uma de suas s\u00e9ries de gravuras ao tema Bioma Pampa.<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;2_5,3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Lurdi-Blauth.jpg&#8221; title_text=&#8221;Lurdi Blauth&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_font=&#8221;Abhaya Libre|700|||||||&#8221; header_font_size=&#8221;52px&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<h1 style=\"text-align: center;\">Lurdi Blauth<\/h1>\n<h5 style=\"text-align: center;\">E a s\u00e9rie \u201cTaim e a Lagoa do Peixe\u201d<\/h5>\n<p>Lurdi Blauth \u00e9 artista pl\u00e1stica, pesquisadora, professora na Universidade Feevale em Novo Hamburgo, RS. \u00c9 Doutora em Artes Visuais pela UFRGS\/RS e com \u00a0Doutorado sandu\u00edche na Universit\u00e9 Paris 1, Panth\u00e9on Sorbonne. Associada \u00e0 ANPAP \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Pesquisadores em Artes Pl\u00e1sticas e membro do Conseil National Fran\u00e7ais des Arts Plastiques \u2013 CNFAP.<\/p>\n<p>Estudou pintura com Iber\u00ea Camargo, gravura com Vera Chaves Barcelos, Maria Concei\u00e7\u00e3o Menegassi, Matilde Carmen Marin, Andrea Juan, Raul Osvaldo Jalil, Torben Bo Halbirk, Marco Buti e Sheila Goloborotko.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<p>O curr\u00edculo de exposi\u00e7\u00f5es de Lurdi \u00e9 vasto. No Rio Grande do Sul expos nos espa\u00e7os mais prestigiados como MARGS (Museu de Arte do RGS), Museu de Arte Contempor\u00e2nea, \u00a0Casa de Cultura M\u00e1rio Quintana, \u00a0Pa\u00e7o Municipal, \u00a0Funda\u00e7\u00e3o Chaves Barcelos, entre tantas outras mostras. Em Santa Catarina expos no Museu de Arte de Joinvile, na Universidade Federal de Florian\u00f3polis e no Museu Victor Meirelles. Da mesma forma no exterior n\u00e3o s\u00e3o poucos os pa\u00edses que tiveram a obra de Lurdi em suas mostras dedicadas a gravura. Portugal, Canad\u00e1, Espanha, Fran\u00e7a, Argentina, Alemanha, Porto Rico, Coreia do Sul, Jap\u00e3o, Taiwan, Israel, recebendo os pr\u00eamios 5th Enter Into Art, (PR\u00caMIO: Jury\u2019s Excellence), Colonia, Alemanha; Exposi\u00e7\u00e3o Internacional de Mini Print, Cantabria, Espanha (3\u00ba PR\u00caMIO) al\u00e9m de outras premia\u00e7\u00f5es aqui no Brasil.<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;2_5,3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Anu-II-2017-Lurdi-Blauth.jpg&#8221; title_text=&#8221;An\u00fa II &#8211; 2017 &#8211; Lurdi Blauth&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<p>Lurdi divide seu trabalho por s\u00e9ries que podem ser vistas no site da artista. As mais diversas tem\u00e1ticas servem como mote para ressaltar aspectos de luz e sombra importantes para matrizes de metal, madeira (xilogravura) ou meios de litografia alternativos (polyester, offset) que s\u00e3o realizados atrav\u00e9s de procedimentos tradicionais e processos h\u00edbridos. A fotografia digital \u00e9 associada a grava\u00e7\u00e3o de matrizes, a impress\u00e3o, a digitaliza\u00e7\u00e3o e a reimpress\u00e3o de imagens sobre diferentes suportes. No tr\u00e2nsito entre os diferentes meios o acaso, a perda e a perman\u00eancia s\u00e3o incorporados ao processo de cria\u00e7\u00e3o. \u201cPercebo que, a fotografia, cada vez mais, faz parte de minha produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica, pois seus procedimentos permitem acionar esse recurso indicial para capturar imagens, tornando permanentes certos instantes ef\u00eameros\u201d, diz Lurdi em um de seus textos.<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;2_5,3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;2_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Ema-2018-Lurdi-Blauth.jpg&#8221; title_text=&#8221;Ema-2018&#8212;Lurdi-Blauth&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;3_5&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_orientation=&#8221;justified&#8221;]<p>No site, a apresenta\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie TAIM E A LAGOA DO PEIXE \u00e9 descrita da seguinte maneira: \u2018Os trabalhos que comp\u00f5em estas duas s\u00e9ries, s\u00e3o imagens captadas por meio de fotografias realizadas durante minhas viagens por \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental, como a esta\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica do Taim e a Lagoa do Peixe, da regi\u00e3o sul do Brasil. Nestes lugares \u00e9 poss\u00edvel encontrar diversas esp\u00e9cies de aves silvestres migrat\u00f3rias, oriundas de diferentes regi\u00f5es e pa\u00edses, al\u00e9m de r\u00e9pteis e mam\u00edferos. As imagens destes trabalhos procuram por meio do gesto de gravar, evidenciar uma certa perman\u00eancia de um momento ef\u00eamero, do pouso de uma ave de rapina, de emas pastando nas vegeta\u00e7\u00f5es rasteiras ou mesmo, nas imensas revoadas dos p\u00e1ssaros an\u00fas.\u201d<\/p>\n<p>Os trabalhos e textos de Lurdi Blaut podem ser conferidos\u00a0 em <a href=\"http:\/\/www.lurdiblauth.com.br\">www.lurdiblauth.com.br<\/a><\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/CapivarasI-2017-Lurdi-Blauth.jpg&#8221; title_text=&#8221;CapivarasI&#8212;2017&#8211;Lurdi-Blauth&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Emas-2018-Lurdi-Blauth.jpg&#8221; title_text=&#8221;Emas&#8211;2018&#8212;Lurdi-Blauth&#8221; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O BIOMA PAMPA O Pampa habita minha mem\u00f3ria de inf\u00e2ncia desde nossas f\u00e9rias de ver\u00e3o quando \u00edamos os quatro, pai, m\u00e3e, meu irm\u00e3o e eu, ao encontro dos av\u00f3s paternos em Santa Vit\u00f3ria do Palmar e de l\u00e1 rumo \u00e0 praia onde permanec\u00edamos at\u00e9 dois meses nas areias brancas do balne\u00e1rio As Maravilhas. 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