{"id":2039,"date":"2020-12-17T09:42:46","date_gmt":"2020-12-17T12:42:46","guid":{"rendered":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2039"},"modified":"2021-05-20T22:19:30","modified_gmt":"2021-05-21T01:19:30","slug":"jornal-noticiario-dezembro-2020","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/?p=2039","title":{"rendered":"O RACISMO COMO TEMA NA ARTE"},"content":{"rendered":"\n\n[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Jornal-Noticiario-Dezembro-2020.jpg&#8221; title_text=&#8221;Jornal Notici\u00e1rio- Dezembro-2020&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; header_font=&#8221;Abhaya Libre||||||||&#8221; header_font_size=&#8221;37px&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<h1>O racismo como tema na arte<\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista para a edi\u00e7\u00e3o de julho do Jornal Notici\u00e1rio a professora e, naquela data, presidente interina do Conselho Municipal de Promo\u00e7\u00e3o de Igualdade Racial, Nadir Maria de Jesus, referindo-se aos ent\u00e3o recentes assassinatos de George Floyd, nos Estados Unidos , de Jo\u00e3o Pedro, adolescente baleado dentro de casa durante opera\u00e7\u00e3o policial e de Miguel Ot\u00e1vio Santana da Silva, menino que estava aos cuidados da patroa de sua m\u00e3e e caiu do terra\u00e7o do pr\u00e9dio de luxo, afirmou: <em>O racismo infelizmente sempre esteve presente em nossas vidas. Estamos h\u00e1 mais de 300 anos com o joelho em nossos pesco\u00e7os, a diferen\u00e7a \u00e9 que agora, devido a tecnologia, alguns atos de viol\u00eancia contra o povo Negro est\u00e3o sendo filmados e compartilhados para o mundo todo.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo j\u00e1 tendo tratado aqui deste tema t\u00e3o triste e recorrente, penso ser fundamental que ele retorne tantas vezes quanto poss\u00edvel. Impulsionada por mais um assassinato que chega \u00e0s m\u00eddias &#8211; e s\u00e3o in\u00fameros os que ficam ocultos- \u00a0a morte de Jo\u00e3o Alberto Freitas, homem negro de 40 anos, assassinado por seguran\u00e7as do supermercado Carrefour em Porto Alegre, as amea\u00e7as de morte dirigidas \u00e0 vereadoras negras eleitas em Santa Catarina e crian\u00e7as negras mortas por balas perdidas em investidas policiais, tudo me faz voltar a falar do racismo em nosso pa\u00eds. Desta vez, por\u00e9m, opto por trazer dois exemplos de produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica que tratam do tema e fazendo ainda o recorte de mulheres negras criadoras. Na literatura trago Maria Firmina dos Reis (1825-1917) e nas artes visuais, Aline Motta (1976), duas mulheres que tendo como ponto de partida suas viv\u00eancias e ra\u00edzes familiares, apresentam as condi\u00e7\u00f5es sociais das mulheres e dos negros escravos do Brasil col\u00f4nia e dos nossos dias, a partir das vozes dos oprimidos.<\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<h1>Maria Firmina dos Reis<\/h1>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0(1822 \u2013 1917)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerada a primeira mulher no Brasil a escrever romance com tem\u00e1tica abolicionista. Foi professora e musicista. Publicou em jornais e revistas da \u00e9poca suas poesias e jogos de palavras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A autora aborda de forma in\u00e9dita a quest\u00e3o da servid\u00e3o a partir da posi\u00e7\u00e3o e da voz do negro. Num ambiente autorit\u00e1rio e patriarcal, Maria Firmina, mulher negra, sustenta suas posi\u00e7\u00f5es numa demonstra\u00e7\u00e3o de grande coragem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o ainda confusos os dados biogr\u00e1ficos a disposi\u00e7\u00e3o mesmo sendo ela hoje, tema de diversas teses e publica\u00e7\u00f5es. Sua obra teve boa aceita\u00e7\u00e3o quando publicada, mas acabou caindo no esquecimento ap\u00f3s sua morte. Foi s\u00f3 em 1962, quando o historiador Hor\u00e1cio de Almeida (1896-1983) encontrou em um sebo uma edi\u00e7\u00e3o de \u00darsula, que seu nome voltou a ser mencionado e reconhecido. Conforme o site Memorial de Maria Firmino dos Reis, ela nasceu em 11 de mar\u00e7o de 1822 na cidade de S\u00e3o Lu\u00eds, Maranh\u00e3o. Filha de Leonor Felipa, mulata forra, que foi escrava do Comendador Caetano Jos\u00e9 Teixeira, comerciante e propriet\u00e1rio de terras da regi\u00e3o, e Jo\u00e3o Pedro Esteves, de quem ainda n\u00e3o se tem informa\u00e7\u00f5es precisas. Maria Firmina n\u00e3o chegou a conhecer o pai e em 1827, aos cinco anos de idade, mudou-se para a vila de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Guimar\u00e3es, passando a morar com a av\u00f3. Morou tamb\u00e9m na casa de uma tia materna. Era prima por parte de m\u00e3e, do escritor e professor maranhense Francisco Sotero dos Reis, figura proeminente na sociedade da \u00e9poca e presen\u00e7a marcante em toda a hist\u00f3ria de vida da autora. Em um de seus escritos intitulado <em>Resumo de minha vida<\/em>, Maria Firmina atribui \u00e0 sua m\u00e3e o gosto pela leitura e escrita. Independente de qual tenha sido sua forma\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que os dados s\u00e3o poucos nesse sentido, o certo \u00e9 que foi uma mulher de muita leitura chegando a fazer tradu\u00e7\u00f5es do franc\u00eas para publica\u00e7\u00f5es da \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1847 faz concurso estadual sendo na ocasi\u00e3o a \u00fanica aprovada para instru\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria na Vila de Guimar\u00e3es e passa a lecionar na casa de sua tia onde tamb\u00e9m residia. Era reconhecida como Mestra R\u00e9gia, ou seja, professora formada e concursada.\u00a0 Aposenta-se em 1881 ap\u00f3s trinta e cinco anos de ensino das Primeiras Letras. Um ano antes de sua aposentadoria chegou a criar a primeira escola mista do Maranh\u00e3o que funcionou at\u00e9 1882. Localizada na cidade de Ma\u00e7aric\u00f3, as aulas eram ministradas em um barrac\u00e3o na propriedade do fazendeiro Domingos Mondego e atendia as filhas deste e filhos de outros fazendeiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como escritora n\u00e3o se eximiu em refletir sobre os acontecimentos da \u00e9poca num ambiente autorit\u00e1rio e patriarcal, que escravizava homens e mulheres. Nas obras, <em>\u00darsula<\/em> e <em>A Escrava<\/em> aponta o tratamento de viol\u00eancia e servilismo a que homens negros e mulheres, negras e brancas eram submetidos. Maria Firmina coloca na voz do personagem T\u00falio a frase: <em>\u201ca mente ningu\u00e9m pode escravizar<\/em>\u201d evocando a subjetividade do escravo numa demonstra\u00e7\u00e3o de imensa coragem diante da elite patriarcal do s\u00e9culo XIX, que considerava o escravo como objeto e mercadoria. Em Gupeva a autora aborta a tem\u00e1tica ind\u00edgena informando e criticando a postura do homem europeu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres ind\u00edgenas. Ao n\u00e3o se omitir frente a estes temas, Maria Firmina estabeleceu seu lugar tanto na sociedade da \u00e9poca como na historiografia da literatura brasileira. Ao abordar a negritude a partir de seu lugar, dando voz aos personagens negros e igualando suas a\u00e7\u00f5es, falas e sentimentos a dos homens brancos, trazendo \u00e0 tona a subjetividade destes personagens que at\u00e9 ent\u00e3o ocupavam majoritariamente o lugar dos vil\u00f5es das tramas, Maria Firmina consagra seu texto como inaugural da chamada literatura afro-brasileira e seu livro \u00darsula \u00e9 consolidado como primeiro romance de autoria negra e feminina do Brasil e o primeiro de cunho abolicionista na hist\u00f3ria da literatura brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A autora publicou ainda o livro de poemas <em>Cantos \u00e0 Beira-Mar, <\/em>al\u00e9m de publica\u00e7\u00f5es avulsas de poesias, textos liter\u00e1rios e jogos de palavras nos jornais da \u00e9poca. Comp\u00f4s partituras e letras de m\u00fasicas e hinos.<\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; column_structure=&#8221;3_4,1_4&#8243;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;3_4&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<h1>Aline Motta<\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nascida em 1976, em Niter\u00f3i (RJ), vive e trabalha em S\u00e3o Paulo. \u00c9 bacharel em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela UFRJ e p\u00f3s-graduada em Cinema pela The New School University (NY).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesclando fotografia, v\u00eddeo, instala\u00e7\u00f5es e performance Aline busca montar uma genealogia familiar apoiada em relatos de hist\u00f3ria oral, documentos, arquivos familiares e at\u00e9 exame de DNA, que recriam la\u00e7os afro-atl\u00e2nticos de parentesco. Num percurso que sai da cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro, em dire\u00e7\u00e3o a Serra Leoa, na \u00c1frica, a artista se lan\u00e7a numa jornada em busca de suas ra\u00edzes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aline leva consigo as fotos de sua m\u00e3e, av\u00f3 e outros familiares que v\u00e3o povoando os lugares investigados por ela, numa ressignifica\u00e7\u00e3o de tempo e espa\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Encontramos no site da artista a seguinte sinopse:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Instigada pela revela\u00e7\u00e3o de um segredo de fam\u00edlia, Aline partiu em uma jornada \u00e0 procura de vest\u00edgios de seus antepassados. Ela viajou para \u00e1reas rurais no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, Portugal e Serra Leoa, pesquisando em arquivos p\u00fablicos e privados e, ao mesmo tempo, criando uma contra-narrativa do que geralmente se conta sobre a forma como as fam\u00edlias brasileiras foram formadas. Com base em suas experi\u00eancias pessoais, o trabalho pretende discutir quest\u00f5es como o racismo, as formas usuais de representa\u00e7\u00e3o, a no\u00e7\u00e3o de pertencimento e identidade em uma sociedade que ainda tenta um ajuste de contas com sua hist\u00f3ria violenta e as no\u00e7\u00f5es rom\u00e2nticas de sua louvada miscigena\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;1_4&#8243;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Pontes-sobre-Abismos-10-Aline-Motta-w_670.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;Pontes-sobre-Abismos-10-Aline-Motta-w_670&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Pontes-sobre-Abismos-29-Aline-Motta-w_670.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;Pontes-sobre-Abismos-29-Aline-Motta-w_670&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Pontes-sobre-Abismos-Aline-Motta-w_670.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;Pontes-sobre-Abismos-Aline-Motta-w_670&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; column_structure=&#8221;1_4,3_4&#8243;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;1_4&#8243;][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Aline-Motta-Outros-Fundamentos-Other-Foundations-4_670.jpg&#8221; _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; title_text=&#8221;Aline-Motta-Outros-Fundamentos-Other-Foundations-4_670&#8243; show_in_lightbox=&#8221;on&#8221; box_shadow_style=&#8221;preset3&#8243; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;3_4&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<p style=\"text-align: justify;\">Na trilogia que come\u00e7ou com \u201cPontes sobre abismos\u201d, passando por \u201cSe o mar tivesse varandas\u201d e terminando com \u201c (Outros) Fundamentos\u201d, Aline procurou restabelecer la\u00e7os com seus ancestrais atrav\u00e9s das \u00e1guas que conectam as tr\u00eas cidades: Lagos\/Nig\u00e9ria, Cachoeira \/BA e Rio de Janeiro\/RJ. Neste sentido o elemento \u00e1gua ganha o significado de condutor de mem\u00f3rias e atrav\u00e9s de um pequeno espelho que reflete a mesma luz dos dois lados do Atl\u00e2ntico, busca alcan\u00e7ar uma comunica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel.<\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<p style=\"text-align: justify;\">Aline\u00a0foi contemplada com o Programa Rumos Ita\u00fa Cultural 2015\/2016, com a Bolsa ZUM de Fotografia do Instituto Moreira Salles 2018 e com 7\u00ba Pr\u00eamio Ind\u00fastria Nacional Marcantonio Vila\u00e7a 2019. Recentemente participou de exposi\u00e7\u00f5es importantes como &#8220;Hist\u00f3rias Feministas, artistas depois de 2000&#8221; &#8211; MASP, \u201cHist\u00f3rias Afro-Atl\u00e2nticas\u201d &#8211; MASP\/Tomie Ohtake. Abriu sua exposi\u00e7\u00e3o individual &#8220;Aline Motta: mem\u00f3ria, viagem e \u00e1gua&#8221; no MAR\/Museu de Arte do Rio 2020. Seus v\u00eddeos participaram recentemente do GRIOT- Festival de cinema negro contempor\u00e2neo e em outubro participou de uma live do Cineros Institute MOMA em conversa com H\u00e9lio Menezes e Thomas J.Lax. Vale conferir esta fala em <a href=\"https:\/\/youtu.be\/I82fWQM7z3Y\">https:\/\/youtu.be\/I82fWQM7z3Y<\/a>. Imperd\u00edvel tamb\u00e9m acompanhar o site da artista onde est\u00e3o os diversos v\u00eddeos e fotos que comp\u00f5es este trabalho. O endere\u00e7o \u00e9 <a href=\"http:\/\/alinemotta.com\/\">http:\/\/alinemotta.com\/<\/a><\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_divider _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;][\/et_pb_divider][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.7.3&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<p>Fontes:<\/p>\n<p>\u00a0<a href=\"http:\/\/repositorio.unicamp.br\/bitstream\/REPOSIP\/305305\/1\/Santos_CarlaSampaiodos_M.pdf\">repositorio.unicamp.br\/bitstream\/REPOSIP\/305305\/1\/Santos_CarlaSampaiodos_M.pdf<\/a> \u2013 Carla Sampaio dos Santos &#8211; A escritora Maria Firmina dos Reis: hist\u00f3ria e mem\u00f3ria de uma professora no Maran\u00e3o do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mariafirmina.org.br\/\">https:\/\/mariafirmina.org.br\/<\/a> &#8211; Memorial de Maria Firmina dos Reis<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/mT7o1404uGU\">https:\/\/youtu.be\/mT7o1404uGU<\/a>\u00a0 &#8211; Regia Agostinho da Silva &#8211; Doutora em Hist\u00f3ria pela Universidade de S\u00e3o Paulo, Rafael Balsieiro Zin \u2013 Soci\u00f3logo e Caio Souto \u2013 Professor de filosofia<\/p>\n[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O racismo como tema na arte Em entrevista para a edi\u00e7\u00e3o de julho do Jornal Notici\u00e1rio a professora e, naquela data, presidente interina do Conselho Municipal de Promo\u00e7\u00e3o de Igualdade Racial, Nadir Maria de Jesus, referindo-se aos ent\u00e3o recentes assassinatos de George Floyd, nos Estados Unidos , de Jo\u00e3o Pedro, adolescente baleado dentro de casa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2042,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"2880","om_disable_all_campaigns":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-2039","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-jornal-noticiario"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2039","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2039"}],"version-history":[{"count":8,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2039\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2199,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2039\/revisions\/2199"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2042"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2039"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2039"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/almendares.com.br\/rosana\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2039"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}